Brasil, Uma Sociedade Aberta (Tele)Informatizada
A Gestão de Empreendimentos Sócio-Econômicos


Deus não joga dados!
por
Cesar Rômulo Silveira Neto
Editor do WiseTel /1/
Rio de Janeiro, 4 de março de 1999

Deus não joga dados.

"(Deus) criou a terra e o homem, e ao homem deu a terra para que a domine com o seu trabalho e goze de seus frutos (cf. Gn 1,28-29)."

"… trabalhar é um trabalhar com os outros e um trabalhar para os outros: trata-se cada vez mais um fazer qualquer coisa para alguém. O trabalho é tanto mais fecundo e produtivo, quanto mais o homem é capaz de conhecer as potencialidades criativas da terra e de ler profundamente as necessidades do outro homem, para o qual é feito o trabalho"

"… a capacidade de conhecer a tempo as carências dos outros homens e as combinações dos fatores produtivos mais idôneos para as satisfazer é outra importante fonte de riqueza na sociedade moderna".

"Organizar um tal esforço produtivo, planejar a sua duração no tempo, procurar que corresponda positivamente às necessidades que deve satisfazer, assumindo os riscos necessários: também esta é uma fonte de riqueza da sociedade atual. Assim aparece cada vez mais evidente e determinante o papel do trabalho humano disciplinado e critivo e - enquanto parte essencial desse trabalho - das capacidades de iniciativa empresarial" /Ref. 1/.

É aqui que os dados são lançados…

Lançados não por Deus mas por aqueles com iniciativa empresarial. Por aqueles que pretendem conhecer, dos outros, as necessidades que devem ser satisfeitas. Que ousam empreender. Que organizam o esforço produtivo…

Não os dados da fortuna.

Os dados da produção e apropriação de riquezas.

Os Dados da Riqueza dos homens na terra.

Mas, que dados são esses?

São dados cujos vértices representam as pessoas - indivíduos ou grupos - que participam do projeto, da empresa, do empreendimento, da nação, de qualquer sócio-economia que realiza a produçãoó apropriação /2/ de riquezas para os homens na terra.

Pessoas!

Cada uma delas com o seu próprio Projeto Existencial.

Todas, sem exceções.

Integradas, cada uma a seu modo ou na medida do possível, na sócio-economia do empreendimento.

Todas, seres humanos. Plenas de consciência, valores, emoções, saberes e vontades próprias. Mesmo quando mediadas por pessoas jurídicas (ou instituições) representadas por outras pessoas físicas, em corpo e em espírito, delegadas das pessoas mediadas.

Pessoas que se relacionam no empreender comum para a produçãoó apropriação de riquezas: úteis para a satisfação de necessidades dos homens na terra enquanto consumidores dessas riquezas.

Relacionamentos que se realizam no espaço-tempo com a utilização de instrumentos de coordenação e de potencialização da capacidade de produção dos homens no empreendimento. Instrumentos alavancadores de ganhos de produtividade.

Ganhos essenciais para a melhoria da qualidade de vida dos homens na terra.

Instrumentos que, nos Dados da Riqueza, são representados pelas arestas e diagonais. Instrumentos modernamente denominados de Instrumentos de Gestão e de Produção. Antes, búzios e lanças. Sem esquecer das vozes suaves e os tacapes na mão!

O Espaço das Ações do Empreendimento

Os Dados da Riqueza de determinado empreendimento são constituídos, de fato e de direito, por iniciativa do empreendedor que realiza a sua capacidade empresarial para atender necessidades de outras pessoas, por ele identificadas.

Os Dados da Riqueza circunscrevem e estruturam o espaço onde se inserem os sujeitos da ação do empreendimento e as relações por eles estabelecidas para o desenvolvimento e a realização do desempenho do empreendimento.

Espaço de Possibilidades do Empreendimento: já definido prenhe de realizações pelo Projeto Existencial do Empreendedor, pessoa ou grupo de pessoas.

Espaço que será decomposto, para fins analíticos, no:

  1. Plano das Ações Operacionais do Empreendimento; no
  2. Plano de Ações Estratégicas do Empreendimento; e no
  3. Espaço das Contratações de Parcerias no Empreendimento.

O Plano das Ações Operacionais do Empreendimento

O Plano de Ações Operacionais é representado, nos Dados da Riqueza, pela face definida (vide figura "Plano das Ações Operacionais"):

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  1. pelos vértices que representam os sujeitos da ação do empreendimento a seguir identificados:

O produtor: unidade de pessoas reunidas para produzir riquezas (bens e serviços) que satisfazem necessidades de outras pessoas;

O consumidor: unidade de pessoas que consomem riquezas para satisfazer suas necessidades pessoais;

O alocador da capacidade de produção: unidade de pessoas que aloca a capacidade de produção de fatores de produção organizados (trabalho e bens de produção disponíveis e organizados) para a produção de riquezas no empreendimento;

O alocador de créditos: unidade de pessoas que aloca (registra e liquida) créditosó débitos das participações de pessoas na produção e no consumo de riquezas no empreendimento;

  1. pelas arestas que representam:

O Plano de Investimento: instrumento de gestão que consubstancia o projetoó pacto fixado entre o produtor e o alocador da capacidade de produção para expandir o estoque de fatores de produção (trabalho e kapital /3/) e para melhorar a capacidade de aplicação do trabalho organizado (estrutura e funcionamento do empreendimento) sobre o kapital (bens de produção) para a realização do melhor desempenho na produçãoó apropriação de riqueza;

O Plano de Financiamento: instrumento de gestão que consubstancia o projetoó pacto fixado entre o produtor e o alocador de créditos para: a) a alocação, registro e liquidação dos capitais de risco e de empréstimo aportados no empreendimento para financiar o plano de investimento e o consumo; e b) para o registro e liquidação de créditosó débitos gerados no próprio processo de produçãoó apropriação de riqueza;

O Plano de Alocação da Capacidade de Produção (dos Fatores de Produção organizados): instrumento de gestão que consubstancia o projetoó pacto fixado entre o alocador da capacidade de produção e o consumidor para alocar a capacidade de produção dos fatores de produção para a realização do melhor desempenho na produçãoó apropriação de riqueza contratada com o consumidor;

O Plano de Alocação de Créditos: instrumento de gestão que consubstancia o projetoó pacto fixado entre o alocador de créditos e o consumidor para a alocação (registro e liquidação) dos financiamentos (créditos) contratados para o consumo da riqueza (bens e serviços);

  1. e pela diagonal definida pelos vértices do produtor e do consumidor que representa:

O Plano de Operação: instrumento de gestão que consubstancia o projetoó pacto fixado entre o produtor e o consumidor para a realização do melhor desempenho na produçãoó apropriação de riqueza (bens e serviços), com os riscos do empreendimento protegidos ou assumidos pelo produtor;

Cumpre assinalar que os planos acima identificados são, necessariamente, integrados, como representados nos Dados da Riqueza.

Se os sujeitos da ação do empreendimento não fizerem a integração destes planos de modo negociado no momento da definição das estruturas de produçãoó apropriação do empreendimento, a realidade - nua, crua e amoral - encarregar-se-á de integrá-los no dia-a-dia da produçãoó apropriação a favor daqueles que tenham participado da definição dessas estruturas próprias do empreendimento. Ou dos que melhor tenham conseguido desvelar essas estruturas ocultas com razoável antecedência ou ainda daqueles que tenham poder político suficiente para mudar as regras do jogo já em curso. Situações, todas as três, indesejáveis, pois resultantes de Projetos e Planos não solidários: hegemônicos ou de defesa ou de oportunismo.

O Plano das Ações Estratégicas do Empreendimento

O Plano de Ações Estratégicas é representado, nos Dados da Riqueza, pela face definida (vide figura "Plano das Ações Estratégicas"):

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  1. pelos vértices que representam os sujeitos da ação do empreendimento a seguir identificados:

O produtor nos mercados: constituidor da unidade das pessoas reunidas para produzir riquezas (bens e serviços) que satisfazem necessidades de outras pessoas; promotor da auto-integração dos Projetos Existenciais de cada uma dessas pessoas num Projeto Existencial comum a todos na unidade de produção como um todo único integrado sôbre as diferenças das pessoas que a integram;

O consumidor em potencial: pessoas com necessidades, atuais ou futuras, reais ou imaginadas, a serem satisfeitas;

O fornecedor de fatores de produção: unidade de pessoas que detém a propriedade de fatores de produção (trabalho e bens de produção) úteis para o empreendimento;

O fornecedor de capitais: unidade de pessoas que fornecem (aportam) capitais de risco ou de empréstimo para financiar o fornecimento de fatores de produção e o consumo de riquezas (bens e serviços);

  1. pelas arestas que representam:

O Plano de Posicionamento Estratégico no Mercado de Fatores de Produção (Trabalho e Kapital): instrumento de gestão que consubstancia o projeto do produtor visando a Conquista, a Contratação e a Fidelização de Fornecedores de Fatores de Produção para integrá-los ao Plano de Investimento do empreendimento;

O Plano de Posicionamento Estratégico no Mercado de Capitais de Risco e de Empréstimo: instrumento de gestão que consubstancia o projeto do produtor visando a Conquista, Contratação e Fidelização de Fornecedores de Capitais de Risco e de Empréstimo para integrá-los no Plano de Financiamento do empreendimento;

O Plano de Desenvolvimento de Novos Mercados - estrutura de produção: instrumento de gestão que consubstancia o projetoó pacto fixado entre o produtor e os fornecedores de fatores de produção visando o desenvolvimento de novos mercados seja identificando demandas dos consumidores ainda não atendidas seja criando condições para que aspirações dos consumidores passem a ser por eles consideradas como demandas passíveis de serem atendidas pelo empreendimento;

O Plano de Desenvolvimento de Novos Mercados - estrutura de apropriação: instrumento de gestão que consubstancia o projetoó pacto fixado entre o produtor e os fornecedores de capitais de risco e de empréstimo visando o desenvolvimento de novos mercados; seja identificando a capacidade de endividamento e de pagamento dos consumidores para a satisfação de necessidades ainda não atendidas seja criando condições para a ampliação ou adequação dos financiamentos para a ampliação da capacidade de endividamento e de pagamento dos consumidores;

  1. e pela diagonal definida pelos vértices do produtor e do potencial consumidor que representa:

O Plano de Posicionamento Estratégico no Mercado de Consumidores: instrumento de gestão que consubstancia o projeto do produtor visando a Conquista, a Contratação e a Fidelização de Consumidores para que consumam as riquezas produzidas pelo empreendimento;

Cumpre assinalar, novamente, que os planos acima identificados são necessariamente integrados, como representados nos Dados da Riqueza.

O Espaço das Realizações de Parcerias no Empreendimento

O Espaço das Realizações de Parcerias é representado, nos Dados da Riqueza, pelas arestas paralelas que ligam vértices dos dois planos acima descritos e que representam (vide figura "Espaço das Realizações de Parcerias"):

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A realização do Plano Estratégico do Produtor, plano que contempla o posicionamento do produtor (Sujeito da Ação Coletiva) relativamente: a) à auto-constituição da unidade do grupo de pessoas que auto-constituem a unidade de produção no plano de ações estratégicas; b) à conquista, contratação e fidelização dos fornecedores de fatores de produção (Trabalho e Kapital); c) à conquista, contratação e fidelização dos fornecedores de capitais de risco e de empréstimos; d) à conquista, contratação e fidelização de potenciais consumidores de produtos (bens e serviços) do empreendimento;

A realização do Fornecimento de Fatores de Produção (Kapital e Trabalho) pelos Fornecedores de Fatores de Produção visando a formação da Capacidade de Produção do Empreendimento, derivada e conseqüente de ações estratégicas bem sucedidas;

A realização do Fornecimento (Aporte) de Capitais de Risco e de Empréstimo pelos Fornecedores de Capitais visando o financiamento da capacidade de produção e do consumo da riqueza produzida pelo empreendimento, derivada e conseqüente de ações estratégicas bem sucedidas;

A realização da Adesão e Fidelidade do Consumidor, derivada e conseqüente de ações estratégicas bem sucedidas, não só do produtor visando a conquista, contratação e fidelização de potenciais consumidores mas também das realizadas pelos Fornecedores de Fatores de Produção e de Capitais no desenvolvimento de Novos Mercados;

O Espaço Estruturado das Ações do Empreendimento

Os Dados da Riqueza representam a estrutura própria do espaço de possibilidades das realizações dos sujeitos da ação coletiva na produçãoó apropriação de riquezas em cada empreendimento.

Estas ações coletivas, nas economias modernas e complexas, são realizadas com o auxílio não só dos instrumentos de gestão acima enunciados como também de instrumentos de produção e de consumo visando tanto o desenvolvimento quanto a realização do melhor desempenho dos empreendimentos sócio-econômicos; quais sejam:

Instrumento de organização do trabalho multi-estruturado que se desenvolve em planos "paralelos" articulados pela posicionamento psico-social de cada uma das pessoas que integram o "Sujeito da Ação Coletiva"; quais sejam: os planos de produção, de apropriação e de proteção contra riscos de perda de valor de riquezas que são multiplicados pelo "produto cartesiano": a) com os planos sócio-cultural, sócio-político e sócio-econômico; e b) com os planos religioso, ideológico, filosófico, científico, tecnológico e processual; trabalho criador e produtor de formas, dados, informações e conhecimentos com mais ou menos amor e sabedoria;

Ferramentas-máquinas-computadores-bases de conhecimentos que compõem a plataforma do empreendimento que potencializa as criações, as comunicações, as trocas no tempo, o uso do tempo e a energia aplicada pelo trabalho humano na comunicação de significados, no armazenamento e tratamento de dados, informações e conhecimentos (informentos), na conformação de elementos da natureza e na transformação de produtos intermediários para a produçãoó apropriação de riquezas para o próprio homem na terra;

Aplicativos que consubstanciam rotinas padrões, parametrizáveis, que são "aplicadas" às ferramentas-máquinas-computadores-bases de conhecimentos para melhor realizar as transformações funcionais e estruturais nos processos de produção; esses parâmetros são ajustáveis ou pelos próprios trabalhadores ou automaticamente por "sensores" que monitoram o processo produtivo, o meio-ambiente ou ainda quadros-de-referência processuais, todos riquezas produzidasó apropriadas pelo trabalho dos seres humanos;

Interfaces homem-instrumento desenvolvidos pelo trabalho qualificado organizado para que outros trabalhadores, ou até mesmo consumidores, não especializados, possam usufruir das potencialidades e utilidades de instrumentos complexos na produçãoó apropriação e no consumo de riquezas.

Os Dados da Riqueza estão lançados

Os Dados da Riqueza estão lançados.

Ou melhor, são lançados e relançados, diuturnamente.

Não ao acaso, nem segundo as leis da natureza.

Pois obedecem às "leis dos homens".

Todos com consciência, valores, emoções, saberes e vontades que são, por eles, assumidas como próprias (apesar da maioria ser de mortos a séculos ou induzida pela propaganda).

Todos e cada um com seus próprios Projetos Existenciais. Sempre!

Os lançadores dos Dados da Riqueza com seus Planos Estratégicos. Com certeza!

Projetos e Planos estruturantes de espaços-de-possibilidades prenhes de realizações para a produçãoó apropriação de riquezas ao grado de seus estruturadores.

Mas quem, de fato, lança esses dados?

A dúvida é pertinente, principalmente aqui no Brasil.

Cada um de nós, seres humanos, que integramos cada uma das unidades representadas nos vértices dos Dados da Riqueza, somos pessoas dotadas de consciência, de valores, de emoções, de saberes e de vontades. Todas com seus Projetos Existenciais. Várias com os seus Planos Estratégicos. Raramente considerando os Projetos e Planos dos outros e sem fazer a tentativa de criação, identificação e alargamento das partes que venham a atender tanto os interesses individuais quanto os interesses do "bem comum" no âmbito do empreendimento (pelo menos nele).

Cada um lançando os próprios Dados da Riqueza, num mesmo empreendimento sócio-econômico. Torcendo, contratando "trabalhos", rezando ou orando para que a "fortuna" lhe seja favorável.

Vários dados lançados simultaneamente para um mesmo empreendimento.

A probabilidade de desenvolvimento e da realização do melhor desempenho do empreendimento sócio-econômico é das mais diminutas, senão nula.

Para cada pessoa um Dado da Fortuna (e não da Riqueza)…

Seria muito mais efetivo, no sentido do desenvolvimento e da realização do melhor desempenho na produçãoó apropriação de riquezas, se os Projetos Existenciais e os Planos Estratégicos de cada um dos sujeitos da ação do empreendimento forem negociados e transformados num (Projetoó Pacto) sócio-econômico comum.

Comum a todos e assumido como próprio por cada um!

Um (Projetoó Pacto) comum solidário, onde todos (ou boa parte dos sujeitos da ação do empreendimento) estivessem de acordo com as estruturas de produção e apropriação a serem implementadas mantendo relações de solidariedade, sem segredos e traições…

Relações de Solidariedade que realizam (Projetosó Pactos) comuns.

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Relações de Solidariedade como as realizadas pelos membros do Council on Foreign Relations /Ref. 2/, do Bilderberg Group /Ref. 3/ e da Trilateral Comission /Ref. 4/, para ficarmos apenas com os exemplos transnacionais da moderna sócio-economia do primeiro mundo.

Relações de Solidariedade norteadas pelos preceitos que dizem que:

Os Dados da Riqueza estão sendo lançados para a "Paz e Liberdade" ?

No "Fantástico, o Show da Vida", ao vivo e em cores, a tragédia de Kosovo.

Notas:

/1/ - WiseTel é o Site da Comunidade das Telecomunicações Brasileiras na Internet (em testes):
www.wisetel.com.br

/2/ - O símbolo ó significa "se e somente se" e pretende representar o fato da produção e da apropriação de riqueza serem entidades correlatas e simultâneas; de serem aspectos distintos do mesmo fenômeno; de serem a "cara e a coroa" da mesma moeda. Fato mascarado pela economia monetizada onde o conceito de apropriação da riqueza (ou do crédito na produção) foi substituído "ideológicamente" pelo de pagamento em moeda, em tempos descasados dos da produção (que não geram créditos para a apropriação da riqueza produzida). Aqui fica claro que os circuitos da produção e da apropriação de riquezas giram juntos no mesmo sentido, contrário ao fluxo monetário de pagamentosó recebimentos que quitam débitosó créditos da produçãoó apropriação; este fato deixa claro também que o "bolo" não é repartido depois de pronto nem durante o seu fazer; é repartido durante a definição das estruturas de produção e de apropriação desse "bolo", como, aliás, representado nos Dados da Riqueza.

/3/ - Kapital com K (Fatores de Produção da dimensão Real da Economia) para diferenciá-lo do Capital com C (Capitais de Risco e de Empréstimo da dimensão financeira da Economia)

Referências e sites na Internet a elas associados:

/Ref.1/ - Carta Encíclica Centesimus Annus (CA) de Jõao Paulo II em 1o de maio de 1991 - http://www.trendnet.com.br/mvc/magisterio/enciclic/centannu.htm

/Ref. 2/ - Council on Foreign Relations - http://www.foreignrelations.org/

/Ref. 3/ - The Bilderberg Group - http://www.parascope.com/mx/articles/bilderberg01.htm

/Ref. 4/ - Trilateral Comission - http://www.trilateral.org/default.htm


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